O que os Livros Não Falam Sobre Liderança

Novembro 24, 2007 by admwebfae
Tente folhear um típico livro de negócios e verá que abordagens do tipo “trabalho em equipe”, “cultura corporativa”, “serviço ao cliente” e até “liderança” são comuns nos mesmos. No entanto, poucos abordam “o como” e expressões do tipo “atenção”, “carinho”, “ética”, “toque”, “olhar”, “empatia” raramente aparecem.

O que, então, significa liderar nos dias de hoje? Qual o segredo de alguns de nossos principais líderes? Vamos nos concentrar no território nacional: o que Norberto Odebrecht, Bernardinho, Antonio Maciel Neto, Luiza Helena, Dorothéa Werneck, Luiz Martins têm em comum?

Além de outras qualidades, nos relacionamentos com suas equipes, eles:

· São excepcionais educadores, ou seja, líderes em busca da formação de líderes;

· Extraem o máximo de sua equipe, instigando cada um a dar o melhor de si;

· Constroem o seu carisma através de uma impecável autenticidade;

· Entendem a diversidade. Não pasteurizam a motivação, particularizam a empatia.

Você, amigo que está lendo esse artigo, já pensou como conseguir que alguém faça algo? Imagine que algo aqui represente resultado e você é um líder. Pois bem, existe um único meio: conseguir que a outra pessoa queira fazer.

Freud disse que tudo em você e em mim emana de dois motivos: a necessidade sexual e o desejo de ser importante, que podemos traduzir como a “ânsia de ser apreciado”. Essa “ânsia” é que nos faz procurar roupa de última moda, admirar carros e celulares modernos e falarmos sobre a inteligência de nossos filhos.

Cabe ao verdadeiro líder, portanto, possuir habilidade em despertar o entusiasmo entre seus liderados através da apreciação e do encorajamento.Somos brasileiros, adoramos esporte e de vitórias, não é mesmo? Como eram bons nossos domingos pela manhã na época de Ayrton Senna! Parecia um prenúncio de quão satisfatória seria a semana quando nosso campeão subia ao podium, em grande parte das vezes, no topo!

É o mesmo que sentimos com nosso vôlei! Desde que Bernardinho assumiu a seleção masculina, em 2001, o time só deixou quatro grandes títulos escaparem - foi vice da Copa dos Campeões 2001, na Liga Mundial 2002, na Copa América 2005 e bronze no Pan 2003. Ou melhor, em 16 competições, vimos 16 pódios e 12 primeiros lugares!!E a equipe de Bernardinho sempre deu a entender que só a medalha de ouro interessava em Atenas 2004, ainda mais após as campanhas decepcionantes de Atlanta 1996, ainda com a “Geração de Ouro”, em Sydney 2000, com vários integrantes da equipe que hoje forma a Era Bernardinho. Em ambas as edições, o Brasil caiu nas quartas-de-final.

O que aconteceu da liderança anterior para a atual? Os atletas cresceram de tamanho? A rede abaixou? Não! O clima que sabiamente foi plantado aos bem sucedidos atletas não foi de dinheiro, fama, etc. (praticamente todos já tinham alcançado esse estágio) e sim de que “entraremos para a história do voleibol mundial de todos os tempos”.

Cabe sempre ao líder buscar argumentos e desafios para que seus liderados queiram fazer.

Antonio Maciel Neto, ex-presidente da Ford do Brasil, teve comprometimento de tal tamanho que chegou a ir para a televisão, anunciando seus produtos e sua campanha. “Pura auto promoção” diriam alguns. Agora, tentem visualizar o impacto desse comprometimento sob a ótica de um líder dentro da empresa! A Ford poderia ter contratado qualquer “rostinho de destaque da novela das oito”, não é mesmo? O que aconteceu: a Ford atingiu, pela primeira vez desde 1995, resultado positivo, trabalha atualmente em regime de três turnos na unidade de Camaçari produzindo os modelos Fiesta, Fiesta Sedan e EcoSport.

Em ambos os exemplos, a concorrência está de olho. Os italianos, russos e todo o mundo estão estudando as jogadas ensaiadas, posicionamento em quadra, etc. da seleção de Bernardinho. As outras montadoras lançam novos carros e buscam ações para minar o avanço da Ford do Brasil. Será que eles conseguirão? Será que seus liderados irão conseguir fazer a diferença? É muito mais do que trabalhar pois, muitos trabalham arduamente e não conseguem resultados…

Caro líder, antes de culpar sua equipe pelos maus resultados (e não há meio mais capaz de matar as ambições de um homem do que a crítica de seus superiores), além de oferecer seu apoio, tente preocupar-se com o desenvolvimento de seus liderados. Compartilhe com inteligência e sensibilidade seu conhecimento, contato visual, toque e palavras. Qual foi a última vez que você indicou um livro ou um filme aos seus liderados? Como você tem dirigido palavras e olhares a eles?

Jamais limite-se ao escalão imediatamente abaixo do seu. Desperte o querer fazer para TODOS em sua empresa. Tenha absoluta certeza de que o mundo está em evolução e a extinção de raposas e tubarões do mundo corporativo é uma realidade.


Dill Casella (www.dill.com.br) é Engenheiro Civil, pós graduado em Marketing, especialização em Desenvolvimento Gerencial e Empreendedorismo pela FDC e Practitioner pela SBPNL. Com mais de 15 anos em cargos de liderança de empresas de primeira linha, realiza palestras em vendas, atendimento ao cliente, liderança e motivação. Também é compositor, músico, escritor e ator amador.

Fonte desse Artigo: Portal do Marketing

Difícil é resolver um problema de maneira holística

Novembro 11, 2007 by admwebfae
Em uma empresa, resolver um problema não é difícil, difícil é resolver um problema de uma maneira holística, por exemplo: se o diretor lhe diz “A pressão da descarga do banheiro está baixa, conserte!” um funcionário normal faria o quê? Chamaria o seu Geraldo da manutenção, mas um funcionário com alto potencial pensa grande, e conhece os oito passos de uma solução holística.
Primeiro: envolva mais três pessoas, porque somente a partir de quatro integrantes é que um grupo pode ser chamado de “Comitê de Gestão”.
Segundo: Convoque um especialista em recursos humanos, assim à solução do problema poderá ser classificada como sendo de “alto impacto motivacional”.
Terceiro: convoque um especialista em sistemas, ele poderá providenciar softwares que meçam com exatidão a vazão e a pressão da água.
Quarto: convoque um especialista em finanças, ele preparará uma planilha de gastos e já deixará pronto um pedido de reforço de verba.
Quinto: convoque um especialista em marketing, ele criará um slogan para a operação do tipo: “Mais pressão, mais motivação”.
Sexto: Convoque um especialista em logística, ele não tem nada a ver com o problema, mas permitirá que o projeto possa ser chamado de “Logística de alavancagem sistêmica de recursos hídricos”.
Sétimo: Como ninguém mais consegue memorizar o nome do projeto, contrate uma consultoria externa, após um mês e várias reuniões a consultoria irá propor mudar todo o sistema hidráulico do prédio.
Oitavo: Apresente os dados ao diretor, indicando que o orçamento já chegou a vários milhões de reais mas você tem uma solução mais prática, mais criativa e muito mais barata, que é mandar o seu Geraldo da manutenção trocar a válvula da descarga.
Isso é que as empresas chamam de aprouch holístico da situação

Os Clássicos da Administração

Novembro 2, 2007 by admwebfae
Várias correntes do pensamento administrativo definem os clássicos por vezes com taxonomias diferentes. Mas é pacífico entre os teóricos a classificação onde aparecem os trabalhos de Taylor e Fayol. Os trabalhos de Taylor desenvolvidos nos Estados Unidos constituem um precioso embasamento para o pensamento administrativo atual juntamente com os trabalhos de Fayol desenvolvidos na Europa. Ambos buscavam a eficiência organizacional porém as maneiras para essa busca de eficiência mudavam de acordo com o pensamento de cada um deles. Taylor buscava a eficiência através da diminuição da perda de tempo do operário. Fayol perseguia a eficiência através da estruturação lógica da empresa por meio de departamentos, seções e hierarquia, todos bem definidos. O trabalho de Taylor e Fayol são classificados na maioria dos livros de Administração como o pensamento clássico da Administração.

Impossível dizer que o pensamento clássico da Administração é constituído apenas por esses dois autores. Muitos outros foram seus contemporâneos e contribuíram para o desenvolvimento da administração.

Alguns teóricos na classificam os trabalhos de Taylor e seus seguidores como uma escola de pensamento em administração visto que seus trabalhos não vislumbram toda a organização empresarial e apenas uma parte dela, a fábrica. Independente da maneira como está classificada, sob o modelo de escola de pensamento em administração ou apenas um estudo sobre funcionamento de fábricas é fundamental às pessoas que do meio empresarial terem contato com seu trabalho. Qualquer pessoas que tenha um contato com qualquer tipo de organização não pode desconsiderar os trabalhos realizados por ele. Taylor era um inconformado com as questões operacionais da empresa e por isso desenvolveu métodos que buscavam a melhoria do desempenho dos operários. Seu método principal de trabalho baseou-se na observação e mensuração do trabalho dos operários e seu expediente por vezes é contestado pela maneira incansável com buscava a melhoria nos processos administrativos. Os teóricos da administração por muitas vezes cometem injustiça com Taylor, apresentando seu trabalho de uma forma jocosa e até mesmo sarcástica, no entanto ninguém ousa diminuir ou ignorar sua contribuição para as áreas operacionais da empresa e consequentemente para o desenvolvimento empresarial no mundo.

Os trabalhos de Fayol foram desenvolvidos através do pensamento na estrutura organizacional. Desenvolveu modelos de estruturação de empresas onde constavam de maneira clara a hierarquia, os setores empresarias e definiam as diversas áreas de uma empresa. Preocupou-se com a organização de maneira ampla em todos seus aspectos. Desenvolveu princípios para a empresa que deveriam ser seguidos por todos independente do nível hierárquico em que se encontrava.

Fonte: Portal do Marketing

Administradores X Gerentes

Outubro 25, 2007 by admwebfae
Comenta-se, com uma razoável freqüência, que os donos de empresa (ou gerentes) pagam salários muito bons para quem cuida de máquinas, mas não pagam salários condizentes para os administradores.O mercado tem bastante gente que acha que entende de pessoas e poucas pessoas que entendem e resolvem problemas em máquinas. Desta constatação sai, rápido, o seguinte: o que é raro é caro! Logo, pessoas que acham que entendem de pessoas são “baratas”, e pessoas que resolvem problemas de máquinas são caras!

Complementando:

a) o dono da empresa, pelo menos uma parte, não entende de computadores, então contrata aquele que melhor se apresenta, e paga por isso;
b) o jeito de administrar a empresa tem a cara do dono. De repente, na visão do dono, chega lá um administrador, que saiu da faculdade agora, querendo mostrar como se faz isso e aquilo.
- “Mudar a minha empresa é o mesmo que falar que eu estou errado!”
Então esta postura facilita a existência de consultores, pessoas que pela sua credibilidade e conhecimento do processo de mudança organizacional e, principalmente, pessoal, propõe melhorias contínuas que conduzem, ao longo de um tempo, a uma mudança maior.
O grande problema existente é que se a pessoa não mudar (o dono ou o gerente), nada muda.A empresa só muda se o dono mudar! Uma empresa só muda se uma ou mais pessoas na empresa mudarem. Mudança organizacional quer dizer um conjunto de mudanças pessoais.
O trabalho do administrador, neste caso, não é mudar a empresa, é mudar o dono. Devagar, Paulatinamente. E ir implantando as idéias do dono, que passou a enxergar aquilo que você, administrador novo, o conduziu a vislumbrar.
Esse trabalho exige uma maturidade emocional que a maioria dos formandos em administração não possui. Creio que seja uma característica de falta de maturidade emocional bastante comum aos formandos em qualquer especialidade.Ou seja, temos especialistas em máquinas, mas faltam especialistas na condução de mudanças pessoais, que conduzem e acabam produzindo as mudanças organizacionais necessárias.

A conclusão é que o mercado tem poucas pessoas que entendem de pessoas e de máquinas. Por isso é que elas custam “caro”.

O que fazer, então, com o dono da empresa?

Permita-me dar um pulo, sem conexão aparente, para podermos cair novamente no mesmo ponto.Eu diria que a nossa sociedade costuma separar algo que não pode, nem deve ser separado: emoção e razão.Antonio Damásio, neurocirurgião português, chefe do departamento de neurocirurgia da Universidade de Yowa, escreveu uma série de 3 livros sobre o assunto.Em suma, na estrita visão da minha leitura, ele diz o seguinte: a razão, sem a emoção, não serve para nada.O nome do primeiro livro dele é “O Erro de Descartes”, pois a frase correta de Descartes, à luz da ciência, hoje, seria: EXISTO E SINTO, LOGO PENSO.
Por incrível que pareça a emoção é a base da lógica! E sem a emoção a lógica é estéril! Sem emoção não há escolha, não há a vida, tal como a conhecemos e valorizamos.O que fazer com este dono de empresa, com esse gerente? Ensiná-lo!
Ensinar é a única resposta possível. Bater de frente com ele, falar que “isto e aquilo” deve ser mudado pode ser o mesmo que dizer que ele está fazendo estas “coisas” erradas. E ninguém gosta de estar errado, não é mesmo? Como ensinar?
Para ensinar é necessário a humildade da compreensão do outro, da percepção do outro. É necessário estabelecer um vínculo, ter empatia.A postura de servir, a junção da lógica da necessidade empresarial, com a percepção das pessoas envolvidas no processo, facilita e dá o primeiro passo no sentido da mudança pessoal e, depois, organizacional. Ajudar o gerente a conduzir a empresa, na medida da capacidade dele, na medida da evolução do seu conhecimento (dele), patrocinada por você, recém-formado, é o seu caminho. Basta ter a humildade, a maturidade de perceber o outro como ele é, e não como a sua necessidade gostaria que ele estivesse para a sua mudança: pronto! Cabe a você torná-lo pronto, este é o primeiro passo.
Neste processo de ensinar, você notará que vai aprender e muito, pois você se deu a oportunidade! Isto, em outras palavras, é comprometimento com o gerente e suas capacidades e limitações; enfim, algo que esperamos que os outros tenham conosco, mas nem sempre, neste mundo de soluções rápidas, temos com os outros.
A minha recomendação sempre é: agregue valor ao seu chefe, SEMPRE! Ele define a sua avaliação hoje, e tem possibilidade de definir o seu emprego de amanhã, quando, se for o caso, for consultado como foi o seu desempenho quando trabalhava com ele. Você não consegue perceber como ele é, e não conseguindo perceber o jeito de ser dele, não consegue transmitir a sua visão para que ele o compreenda: - “Ele está errado!” Ele nunca está errado!
Ao invés de focar a sua dificuldade de se comunicar com ele, é mais fácil para você julgar o outro. E você, glorioso, sobre o conhecimento adquirido na faculdade, redondamente certo! Aparentemente, somente aparentemente… E ai nada mais resta do que pedir demissão, porque este pessoal é burro mesmo! Ou não?
Eu sugiro, que nestes tempos de mudanças, mudanças rápidas, os administradores, todos os administradores, independentemente de sua formação, reflitam e ajam definindo que serviços prestam e a quem? Ou seja, pensem: - “Quem são os meus clientes! Os meus esforços são dirigidos para o que e para quem?”

Carlos Alberto de Faria é sócio diretor da Merkatus - Fonte: Merkatus

Fonte: Portal do Marketing

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Motivação: Interação entre o Indivíduo e a Situação

Outubro 21, 2007 by admwebfae

Talvez a melhor forma de começar seja dizendo o que a motivação não é. Muitas pessoas vêem, incorretamente, motivação como um traço pessoal, isto é, algumas a possuem e outras não. Na prática, alguns homens de negócio rotulam como preguiçosos os empregados que parecem não ter motivação. Esse tipo de rótulo pressupõe que um indivíduo é sempre preguiçoso ou nunca tem motivação.

O meu conhecimento de motivação diz que isso não é verdade. O que sabemos é que a motivação é o resultado entre o indivíduo e a situação. Certamente, indivíduos diferem em seus impulsos motivacionais básicos. Mas o mesmo empregado que se sente logo entediado por abaixar a manivela da sua furadeira pode ficar horas a fio abaixando a manivela de uma máquina caça-níqueis em Las Vegas sem se sentir nem um pouco entediado. É como ler um romance completo de uma vez e, no entanto, não conseguir ler nem 20 minutos de um livro didático. Não é necessariamente você, e sim a situação.

Dessa forma, enquanto analiso o conceito de motivação, tenha em mente que o nível de motivação varia tanto entre indivíduos quanto para indivíduos em tempos diferentes. Motivação é a vontade de empregar altos níveis de esforço em direção a metas, condicionada pela capacidade do esforço de satisfazer alguma necessidade do indivíduo. Enquanto a motivação geral se interessar no esforço em direção a qualquer meta, o esforço será em vão, e os resultados não serão visíveis. Deve-se estreitar o foco para metas em empresas, o nosso interesse singular se reflete num comportamento relacionado ao trabalho. Os elementos-chave nessa definição são o esforço, metas em negócios e necessidades.

O elemento esforço é uma medida de intensidade. Quando alguém está motivado, se esforça mais. Porém, níveis altos de esforço não têm a probabilidade de levar a resultados favoráveis de desempenho no trabalho a não ser que o esforço esteja canalizado numa direção que beneficie a empresa. Portanto, deve-se considerar a qualidade do esforço, bem como sua intensidade. O esforço que é direcionado e coerente com as metas da empresa é o tipo de esforço que deve ser buscado. Assim sendo, tratarei a motivação como um processo de satisfação de necessidades.

Uma necessidade, na minha terminologia, significa algum estado interno que faz certos resultados parecerem atraentes. Uma necessidade insatisfeita cria tensão, que estimula impulsos dentro do indivíduo. Tais impulsos geram um comportamento de busca para encontrar objetivos especiais que, se alcançados, satisfarão a necessidade e levarão à redução da tensão.

Portanto, empregados motivados estão num estado de tensão. Para aliviar esta tensão, eles empregam esforço. Quanto maior a tensão, maior o nível de esforço. Se este esforço levar à satisfação da necessidade com sucesso, a tensão será reduzida. Mas, como o interesse aqui é no trabalho, este esforço de redução de tensão deve ser também orientado às metas dos negócios. Por isso, inerente à nossa definição de motivação está a exigência de que as necessidades do indivíduo sejam compatíveis e coerentes com a meta da empresa. Quando isso não ocorre, podemos ter indivíduos empregando altos níveis de esforço, que na verdade agem contra os interesses da empresa.

Isto, a propósito, não é tão raro. Alguns empregados gastam, regularmente, muito mais tempo conversando com o amigos no trabalho a fim de satisfazer suas necessidades sociais. Há um elevado nível de esforço, mas que não está sendo orientado produtivamente.

Luiz Fernando Garcia – é consultor especialista em manejo comportamental e empreendedorismo em negócios. É metodologista, empresário, palestrante e autor dos livros “Pessoas de Resultado” e “Gente que faz”, da Editora Gente.

Fonte: Portal da Administração

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As três alternativas para as situações da vida

Outubro 18, 2007 by admwebfae
Desde o início dos tempos, para qualquer situação na vida só existem três alternativas: adaptar-se, fugir ou morrer. Isso valia para os dinossauros a 100 milhões de anos e continua valendo para os executivos do século XXI. A terceira opção morrer, no sentido profissional da palavra aparece em frases do tipo “O especialista está morto”, ou então “Fulano morreu só que esqueceu de deitar”. E essa é uma alternativa mais comum do que parece, em empresas existem muita gente que já morreu e ainda não percebeu.
Mas as pessoas bem vivas e com vontade de continuar vivendo por muito tempo sempre se deparam com alguns obstáculos como o chefe ranzinza e inseguro, a empresa que não reconhece o talento e não dá oportunidades aí uma alternativa válida é fugir, pedir a conta, ir embora para outro lugar ou dizer adeus a uma empresa e abrir o seu próprio negócio. Essa é uma alternativa que requer, sobretudo, coragem para correr riscos. Fugir nem sempre dá certo, mas quando dá o sucesso é garantido. A última alternativa e a mais fácil delas é a adaptação, é o que se chama de pragmatismo, uma palavrinha complicada mas com uma origem simples, no antigo grego pragma queria dizer obrigação. Quem diz: Não fiz nada mais do que minha obrigação é um pragmático e ser pragmático é aceitar a hierarquia e obedecer às regras, fazer o que devemos fazer e não o que gostaríamos de fazer.
Qual seria a melhor alternativa para o funcionário do século XXI? As três, mas um de cada vez e no momento certo. Pessoas de sucesso são as que têm a sabedoria de reconhecer à hora de concordar e a hora de contestar, a hora de ficar e a hora de ir embora, e nos momentos mais confusos e conturbados, que nas empresas não são poucos, sempre resta à velha alternativa que já salvou a vida de muita gente, fingir-se de morto.

Como ocorre a crise na Bolsa de Valores

Outubro 16, 2007 by admwebfae
O abalo nas bolsas de valores de todo o mundo, que resultou na seqüência de fortes quedas no mercado financeiro, tem origem no mercado imobiliário dos EUA: os americanos estão atrasando ou deixando de pagar a hipoteca da casa própria.
Há alguns anos, com a queda da taxa de juros nos EUA, houve uma corrida por refinanciamento de residências. Endividados com compras do comércio - especialmente com cartão de crédito -, muitos americanos resolveram renovar a hipoteca da casa, levando dinheiro na troca, saldando as dívidas de consumo e esticando o prazo de pagamento das casas.
Esse subterfúgio foi usado especialmente pelo grupo “subprime”, reservado para os clientes que são considerados “propensos à inadimplência” por não terem renda comprovada, por comprometerem grande parte dela com as prestações ou por terem um histórico de inadimplência em outras modalidades de crédito. Ainda assim, essas pessoas conseguiram dinheiro emprestado para refinanciar a casa.
Por representarem um risco, esses clientes pagam juros mais altos, que podem chegar a 12% ao ano - o que é normal para o Brasil, mas quase inconcebível para os Estados Unidos. Porém, os juros altos, combinados ao fato de o “boom” imobiliário ter reduzido o valor dos imóveis, fizeram com que muita gente simplesmente desistisse de pagar os empréstimos da casa própria para não acabar no prejuízo.
O que aconteceu foi o seguinte: com as casas valendo menos, não era mais vantagem pagar as prestações.O movimento de desistência das hipotecas caras demais, conforme se temia, está tendo um efeito corrosivo nos resultados das empresas de crédito imobiliário. Nesta quinta-feira, duas empresas que atuam no ramo - uma americana e uma australiana - anunciaram que estão tendo dificuldade para conseguir empréstimos para cobrir o buraco financeiro deixado pela inadimplência no setor “subprime”.Fonte desse Artigo

As sete fases de qualquer projeto

Outubro 15, 2007 by admwebfae
A mais perfeita definição das sete fases de qualquer projeto nasceu na universidade de Ohio, nos EUA na década de 1950, de lá para cá praticamente nada mudou.

A primeira fase
é a fase do supremo entusiasmo, durante essa fase parece que tudo vai dar certo, todas as perguntas são respondidas rapidamente e todos que não acreditam no projeto são prontamente ridicularizados.

A segunda fase
é a da relativa dúvida, durante essa fase algumas coisas parece que não vão dar bem certo, o custo da impressão de que será um pouquinho mais alto do que planejado e o tempo de execução um pouco mais longo do que o previsto no cronograma

A terceira fase
á a da aparente confusão, nessa fase o projeto inicial é revisto, refeito ou simplesmente abandonado, mas se ele prosseguir virá a,

Quarta fase,
a da indicação dos suspeitos, nessa fase o número de relatórios começa a aumentar vertiginosamente com um único objetivo, salvar a própria pele, existem chefes que dizem: o mais importante em qualquer projeto é a gente culpar alguém antes que alguém culpe a gente.

A quinta fase
é a da punição dos inocentes, aqueles que, ao invés de escrever relatórios ficaram tentando salvar o projeto

A sexta fase
é a do elogio aos omissos, nessa fase quem não participou do projeto fica com a glória, apenas por não ter embarcado numa canoa furada.A sétima e última fase é a das lições aprendidas, nessa fase são definidas claramente as normas para que qualquer projeto dali em diante não acabe sendo dirigido por um grupo de incompetentes ou inconseqüentes. Pouco tempo depois dessa reunião os envolvidos nela vão cometer seu único erro, eles proporão um novo projeto, que, obviamente será recebido com supremo entusiasmo.

Mercado de trabalho, uma lógica simples.

Outubro 13, 2007 by admwebfae
No Brasil de cada 1000 pessoas que assistem televisão só um tem uma vaga noção de como as imagens são captadas e transmitidas, eu estou entre as 999 pessoas que não tem a mínima idéia de como o sistema funciona, porque nenhum de nós precisa entender de captação, transmissão e recepção de imagens para poder desfrutar do resultado que é assistir a televisão, a gente só precisa apertar o botão no controle remoto e o milagre acontece, mas às vezes aparelhos de televisão pifam, e aí é preciso chamar um técnico. O técnico é um especialista, portanto ele sabe como a televisão funciona, certo? Não. Salvo raras exceções, o técnico sabe por que a televisão pifou, mas não como ele gera e transmite imagens, mas seu conhecimento permite que ele faça o que se espera o que ele faça, que é consertar o aparelho, a mesma coisa acontece quando pensamos em todos os outros aparelhos eletrônicos, para usar todas essas coisas, não é preciso entender a tecnologia que está por trás delas.
No mercado de trabalho muitos funcionários não entendem essa lógica tão simples, a lógica de que nós, empregados, não somos pagos para entender o sistema e muito menos para explicá-lo. Existem pessoas que entendem de tudo, eles são capazes de explicar detalhadamente um processo do começo ao fim, desde a transformação da matéria prima do produto final até a confecção dos balanços contábeis, mas na hora de uma promoção esses funcionários mais sábios acabavam ultrapassados por outros sem tantos conhecimentos teóricos, mas com uma visão prática e realista de como atingir os resultados esperados. No fundo a empresa nos vê da mesma maneira de como nós vemos o técnico da televisão, se ele nos der uma aula de como a televisão funciona, mas não resolver o problema do chuvisco, nós vamos procurar outro técnico e é exatamente assim que cada empresa avalia seus funcionários e seus fornecedores.

Alguns tocam, outros dançam

Outubro 12, 2007 by admwebfae

Um vizinho meu contou um caso bem interessante, ele diz que trabalha em uma empresa já faz dez anos. Quando ele foi admitido o departamento dele tinha vinte e quatro funcionários, hoje tem treze, só que, segundo o meu vizinho, há muito mais trabalho para ser feito agora do que havia há dez anos, portanto, a carga de trabalho de cada funcionário dobrou, só que o salário não dobrou, muito pelo contrário, não bastasse isso, já começaram a circular rumor de que até o fim do ano o número de funcionários será reduzido, de treze para onze, e ele se pergunta onde isso vai parar.

Em um dia de madrugada eu estava assistindo o programa do Jô, e eles fizeram um exercício muito interessante, o sexteto do Jô começou a tocar, e aí a cada trinta segundos o Jô mandava um dos músicos parar de tocar, parou o primeiro, parou o segundo, e aí a platéia começou a rir, porque aparentemente a música continuava a mesma, embora o número de músicos estivesse diminuindo, por fim ficou só o tecladista, e ele começou a fazer uma ginástica danada para manter o ritmo e mostrando um entusiasmo e uma agilidade que ele não demonstrava quando os outros cinco músicos estavam tocando junto com ele. Evidentemente ao fim da apresentação o Jô por brincadeira demitiu os cinco músicos e manteve só o tecladista.

As empresas também vem fazendo isso, mas não por brincadeira, o que acontece é que aqueles que ficam começam a trabalhar o dobro ou o triplo para cobrir a falta dos que se foram, assim o ritmo individual aumenta, e o ritmo geral é mantido. As empresas acreditam que seus funcionários são incansáveis e que poderão ser cada vez mais versáteis, em linguagem de empresa isso se chama produtividade, em linguagem de funcionário isso quer dizer que o baile não vai parar, mas alguns irão tocar, e outros irão dançar.

Será que eu já alcancei o sucesso na minha carreira?

Outubro 10, 2007 by admwebfae

Não lembro se já citei esse cara como exemplo, mas vale a pena relembrar.

Certo dia foi lá em casa um moço responsável pela montagem e instalação de um móvel de cozinha. O rapaz trabalhou corretamente, instalou sem complicações e ainda me quebrou um galhão fazendo uns furos na parede do banheiro. Ótimo profissional.

Na despedida, em conversa com ele, o moço me informou que trabalhava há alguns anos naquele ramo, e que não pretendia mudar de trabalho. Perguntei então se ele nunca quis fazer um curso superior. Me impressionei quando ele relatou que era formado em história. Disse ainda que já ensinou em várias escolas, mas se realizou profissionalmente quando se especializou em montagem de móveis. Não troca esse emprego por nada no mundo.

De primeiro momento, não entendi como uma pessoa poderia cometer tamanha façanha.Carreira Deixar a carreira acadêmica, jogar fora o diploma de nível superior, desperdiçar a chance de estudar em faculdade pública, disputada por muitos, tudo isso para viver parafusando e encaixando partes de um móvel. Depois, lembrando do brilho nos olhos do cara quando viu tudo montadinho, funcionando perfeitamente, reconheci que ele fez uma decisão mais do que certa para sua vida.

Na minha opinião, o moço do exemplo conseguiu algo muito procurado pelas pessoas, independente do ramo em que atuam: o sucesso profissional. Após procurar em outros empregos, o rapaz encontrou um que lhe rende financeiramente e agrada como profissão. Pode não parecer muito para a maioria, mas para ele é o emprego dos sonhos.

Quantas pessoas você conhece que dariam tudo para mudar de profissão? Eu mesmo já vi histórias de gente que alcançou posto bem sucedido, ganhando muito bem, mas que seria muito feliz se estivesse fazendo algo extremamente diferente. Você se encaixa nos que procuram a felicidade ou tem mais a ver com o montador de móveis? Eu, sinceramente, espero que você esteja enquadrado na segunda opção. É ruim demais trabalhar e trabalhar, conquistar e conquistar, mas ainda restar um vazio interno, como se tudo não tivesse valido de nada.

Vamos, então, buscar o que mais nos interessa, o que mais nos atrai. Passamos metade da vida trabalhando, assim devemos, para nosso próprio bem, exercer a profissão que mais nos agrade. Dessa forma, transformamos a tortura de trabalho no prazer no emprego dos sonhos. Quem sabe você não se realiza montando móveis?

Boa sorte e faço votos que encontre. Eu também estou a procura.

Colaborador: Gabriel Galvão

Fonte: Portal da Administração

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A convivência profissional entre chefes e subordinados é uma questão de adaptação

Outubro 10, 2007 by admwebfae
Este é um caso muito interessante, eu tinha um amigo que trabalhava em um escritório, ele tínha um gerente que falava alto, fazia piadas inconvenientes, e colocava apelidos politicamente incorretos nos funcionários como gordo, feio e ceguinho. Esse gerente tinha uma sala, mas raramente ficava nela, ele passava o dia inteiro circulando pelo escritório e cada parada que ele dava, ou resultava em uma pequena humilhação para um funcionário, ou numa grande perda de tempo. Esse gerente recebeu uma proposta de uma outra empresa, e pediu a conta, o novo gerente que começou faz um mês é o avesso do anterior, ele fica o dia inteiro trancado na sala fazendo relatórios, gráficos e planilhas, quando um de nós vai perguntar alguma coisa, ele diz que não tem tempo para atender, a frase favorita dele é: Depois a gente vê isso.
Todos nós idealizamos o chefe perfeito, para nós ele deveria ser como um pai, severo mas atencioso, para outros, como um amigo e camarada e, para a maioria o chefe deveria ser como um santo, sempre disposto a perdoar nossos deslizes e nos prometer o céu. Empresas não pensam em nada disso, o gerente calado foi contratado porque durante as entrevistas ele conseguiu mostrar que nos empregos anteriores obteve ótimos resultados e o gerente falastrão, aquele que pediu a conta conseguiu provar a mesma coisa para a empresa que o contratou, a convivência profissional, entre chefes e subordinados, é uma questão de adaptação, sempre lembrando que em qualquer hierarquia, o de baixo deve se adaptar ao de cima, e nunca o contrário.

Você é Empreendedor?

Outubro 8, 2007 by admwebfae
Na última sexta-feira, nós acadêmicos de administração, tivemos uma palestra do Sebrae sobre empreendedorismo, em minha opinião uma das melhores palestras que participei, considerando que, o palestrante tinha um completo domínio do assunto e, aliado a isso, uma boa forma de transmiti-lo, que na minha opinião é tão fundamental quanto conhecer o assunto.O que pude absorver da palestra é que o empreendedor é basicamente um ser criativo movido pelo desafio, capaz de perceber novas possibilidades de negócio e possuidor das habilidades para aproveitá-las. O sucesso vem através da busca constante de oportunidades, da coragem de assumir riscos bem calculados e habilidade na liderança.

Portanto, uma das preocupações constantes dos empreendedores de sucesso é a eficiência. Quem tem espírito empreendedor está sempre querendo fazer as coisas melhores dentro do prazo e de maneira mais rápida e barata.

Construir e administrar uma empresa não é missão simples. Assim, persistência e comprometimento também são pré-requisitos. Por isso, um bom candidato a montar um negócio deve ser capaz de fazer sacrifícios pessoais e trabalhar mais que qualquer empregado dele.

Os empreendedores de sucesso também possuem boa capacidade de planejamento e acompanhamento. Portanto, estão sempre ávidos por informações sobre clientes, fornecedores e concorrentes.

Com mais dados, os projetos e metas são melhor definidos e têm mais chance de ter sucesso. Mas, de nada adianta ter um plano bem feito sem uma atenção sistemática do andamento do projeto e flexibilidade para adaptá-lo a novas realidades e circunstâncias.

Finalmente, como um empreendedor não trabalha sozinho, capacidade, liderança e comunicação são fundamentais. Como líder da equipe, é preciso ter e demonstrar auto-confiança, tolerância e bom humor nos momentos de incerteza para persuadir os funcionários a seguirem o planejamento felizes.

A abertura para um diálogo franco com todos estabelece laços de confiança, além de ser uma fonte importante de idéias e sugestões para tornar a empresa mais eficiente.

Estas habilidades pessoais são importantes também para lidar com fornecedores e clientes. Afinal, o empreendedor normalmente é a face pública da empresa. Para identificar os pontos fracos e fortes de sua personalidade faça este teste da elaborado pelo Sebrae e outros similares:

http://sitededicas.uol.com.br/teste_empresario.htm

http://www.carlosmartins.com.br/testempreendedor.htm

A carreira profissional é como uma escada irregular

Outubro 8, 2007 by admwebfae

Por que um funcionário exemplar que sempre foi fiel à empresa e que sempre conseguiu bons resultados muitas vezes é passado para trás na hora de uma promoção? Porque a empresa resolve contratar alguém de fora, ou pior ainda, uma pessoa de dentre menos competente, isso é justo? A resposta talvez não agrade a quem já viveu ou está vivendo uma situação desse tipo, a decisão da empresa não é só baseada no que o funcionário fez no passado, é baseada principalmente no que ele pode fazer no futuro, o bom desempenho do funcionário através dos anos é compensado com salários e gratificações, pode-se dizer que um bom passado é o que garantiu o emprego até agora, mas a carreira profissional é como escada irregular, há degraus que são mais curtos, outros mais longos, os primeiros degraus são baixos, fáceis de subir, os últimos bem mais altos e mais difíceis.

Para ser promovido o funcionário precisa demonstrar na prática que já esta com um pé no degrau seguinte, a empresa precisa ver no funcionário certas características que sua função atual não exige, mas que o próximo degrau irá exigir, por exemplo, liderança, planejamento, visão de longo prazo. Se a empresa não enxerga claramente essas pré-condições ela prefere manter o funcionário onde ele está, porque promovê-lo seria arriscado tanto para a empresa tanto para o próprio funcionário, essa é a regra, um funcionário é respeitado pelo que foi e é promovido pelo que poderá ser. Isso evidentemente é mais uma aposta do que uma certeza, uma parcela do que são promovidos irá decepcionar. Esses casos são a minoria porque as empresas sempre acertam muito mais do que erram, porém quando elas erram, fica aquela expressão de que o santo da casa foi injustiçado, isso entretanto, não quer dizer que o santo da casa era o candidato perfeito, quer dizer apenas que o promovido é que não era.

5 Lições para um Líder

Outubro 4, 2007 by admwebfae

Vamos falar um pouco sobre liderança. Nas 5 copas que o Brasil ganhou os destaques ficaram por conta dos craques e dos artilheiros. Hoje quando a TV repete lances da copa de 1958 o principal destaque é Pelé, em 1962 Garrinha, em 1970 o trio Pelé, Tostão e Jairzinho, em 1994 Romário e em 2002 Ronaldo, mas nenhum destes fantásticos jogadores entrou para a história por ter uma forte liderança dentro do campo. Os verdadeiros líderes como Zito em 1958 e 1962, e Dunga em 1994 ficaram em segundo plano, seu trabalho, importantíssimo era o de correr, lutar, incentivar, e motivar, mas esses líderes deixaram 5 lições vitais para quem lidera uma equipe de funcionários em uma empresa

A Primeira Lição: O líder não é, necessariamente, melhor do que seus liderados, tecnicamente falando, ele deve liderar, sobretudo pelo bom exemplo.

A Segunda Lição: Independente de suas visões estratégicas o líder é responsável pelo cumprimento de um plano que foi previamente traçado por seus superiores hierárquicos.

A Terceira Lição: O líder precisa conhecer bem cada um de seus liderados para saber a que tipo de estímulo eles reagem melhor, tratar a todos do mesmo jeito é ignorar que cada pessoa é diferente da outra.

A Quarta Lição: O líder precisa ser o primeiro a cumprimentar o liderado por um trabalho bem feito, o pior pecado do líder é a omissão.

A quinta Lição: O líder que ofende administra pelo medo, e acaba criando desafetos e descontentes, já o líder que incentiva administra pela união e constrói uma equipa vencedora.

A seleção tem muitos craques, assim como as empresas tem muitos talentos, mas o talento como já se viu muitas vezes pode ser anulado por um grupo de qualidade inferior, porém mais coeso e mais motivado, aí é que entra o líder, alguém que mesmo podendo mandar é capaz de se sacrificar para que as estrelas possam brilhar.

Escolha o assunto em que pensar ao se deitar para dormir

Outubro 1, 2007 by admwebfae
As pessoas muito ansiosas deixam seus pensamentos vagarem de um assunto a outro enquanto tentam adormecer, até que, em questão de minutos, criam um catálogo virtual de problemas. Com todos esses problemas, como é que alguém pode ter um sono tranqüilo? Hoje à noite, enquanto estiver escovando os dentes, escolha deliberadamente algo em que gostaria de pensar quando entrar debaixo das cobertas. Algo que seja bonito, que lhe dê ou tenha dado prazer e alegria.
Se outros pensamentos começarem a se intrometer, reconheça-os, mande-os embora e volte ao assunto escolhido.Megan tem o costume de assistir ao noticiário da televisão antes de dormir. É uma seqüência de assuntos catastróficos que ela leva para a cama. O que está acontecendo com o meio ambiente? O que será feito dos resíduos das usinas nucleares e dos produtos químicos tóxicos. Como estará o meio ambiente na geração de meus filhos? E de meus netos? E a água do planeta? E a camada de ozônio? Será que a Terra vai conseguir sobreviver? Na cabeça de Megan aparecem imagens vistas num recente programa de televisão, e aos seus ouvidos soam os prognósticos terroristas reforçados por trágica música de fundo.
É isso o que acontece com você? Deixa que uma notícia de televisão leve seu pensamento até uma catástrofe universal? Não tenha dúvida, essas preocupações se espalham, causando estresse em vez do relaxamento que buscamos no sono, e fazem com que pessoas como Megan precisem do auxílio de pílulas para dormir.
Sabemos hoje que um excesso de pensamentos, mesmo que não conduzam a temas tão dramáticos quanto o destino da Terra, são perturbadores e dificultam o sono. Quando os pensamentos ficam saltando de um lado para outro, uma idéia conduzindo a outra, este fluxo nos deixa mais alertas e incapazes de fechar os olhos, de encerrar o expediente do cérebro e mergulhar tranqüilamente no sono.
A mãe de uma amiga lhe aconselhava quando avia angustiada com algum problema na hora de dormir: “Não procure resolver nada à noite, pois no escuro tudo parece pior e mais trágico. Quando o dia clarear, os problemas parecerão mais fáceis de ser resolvidos.”
Em pesquisas feitas com estudantes universitários descobriu-se que pensar em coisas negativas antes de dormir leva à dificuldade de adormecer e a uma qualidade de sono inferior, causando infelicidade. As pessoas que dormem melhor estão seis por cento mais satisfeitas com suas vidas do que aquelas de sono médio e vinte e cinco por cento mais satisfeitas do que as pessoas que dormem mal.

Abdel Khalek, Al-Meshaan e Al-Shatti, 1995

Faça algo todos os dias

Setembro 29, 2007 by admwebfae
Às vezes os dias vão embora sem nos darmos conta do que pensamos e do que fizemos. Como se o tempo nos carregasse e não fôssemos donos de nós mesmos. Assegure-se todos os dias de fazer algo, por menor que seja, em busca dos seus objetivos.Todos nós já ouvimos o provérbio “uma viagem de mil milhas começa com um único passo” . Ao final de cada ano, Carole faz uma reunião com seus amigos onde pergunta a cada um: “O que deseja para você no próximo ano?” Isso os obriga a pensar, e as respostas são variadas, indo desde bens materiais até desejos de crescimento e realização pessoal. Ela anota as respostas e, no final do ano seguinte, conferem juntos os progressos. Definir um objetivo nos dá uma referência e um sentido para os passos de cada dia. Não significa que não possamos mudar de objetivo no correr do ano, mas nos torna atentos ao processo e aos avanços, por menores que sejam.

É bom que você preste atenção nos seus progressos. Pode ser uma palavra que disse ou deixou de dizer, um gesto, uma iniciativa, uma descoberta. Pergunte se: o que consegui hoje? Se você tiver uma resposta, se puder ver o progresso que fez em sua jornada e se alegrar com ele, então você teve um dia valioso, um bom dia.

Em uma pesquisa realizada com centenas de estudantes universitários descobriu-se que os indivíduos ficavam mais felizes quando sentiam que estavam se aproximando de seus objetivos. Os dantes que não viam seu progresso tinham chances três vezes ores de se sentirem satisfeitos do que aqueles que o viam.
McGregor e Little, 1998

Falar em público: algum dia você vai ter que fazer

Setembro 28, 2007 by admwebfae
Falar em público, para um profissional, é quase sempre isso. Simples assim - e complicado assim. Parece banal, mas só parece. Falar em público, ainda que para audiências nanicas, inspira medo, às vezes terror até. Esse medo é um dos males mais comuns no mundo do trabalho. Carreiras podem ir ao chão como folhas se a dificuldade de falar em público não for contornada. Atenção: ninguém está dizendo que você tem que adquirir o desembaraço, e mesmo a cara-de-pau, de um velho senador da República. Trata-se, basicamente, de ser capaz de expor com clareza as idéias numa sala de reuniões ou nas suas apresentações de vendas.Saber comunicar-se é essencial para quem quer ir para a frente na profissão. De que adianta ser o melhor em algo se ninguém souber disso? Faz parte do seu marketing pessoal. Pode estar certo de que, cada vez que você evitar aparecer, alguém estará fazendo o movimento contrário. As chances de seu concorrente conquistar mais espaço são inquestionáveis. E você vai ver o seu lugar diminuir e diminuir. É duro. Mas é assim. Quem vai saber quem é você ou o que você pensa? Saber falar em público é pré-requisito para quem pretende Ter sucesso na carreira Profissional.

Muita gente não reconhece esse medo e tenta se justificar com outras desculpas, É bom começar a prestar atenção nisso. Duas notícias para você. A má: vencer esse medo é fundamental para você ter chance de sucesso. A boa: é possível dominar esse medo e até fazê-lo trabalhar em seu favor. Não existe nada realmente especial em falar em público. Não é um dom genético herdado nem está sujeito à inspiração divina. Veja algumas dicas que podem ajudar.

TIMIDEZ

Há pessoas que possuem muito conhecimento e muito talento mas na hora de falar em público, em uma reunião ou quando convidadas para proferir uma palestra, ficam totalmente apavoradas e preferem fugir do que enfrentar. Se observarmos bem, uma pessoa não é valorizada por aquilo que sabe ou conhece, mas por aquilo que faz com aquilo que sabe. Por isso, a timidez tem impedido muitas pessoas de conseguirem galgar melhores possibilidades de sucesso na vida. Basicamente, os problemas de timidez manifestam-se por medos, tais como de não ser bem sucedido, de errar, de ter o famoso “branco”. Outra evidência é a baixa auto-estima, ou a sensação de incapacidade para se expressar diante de situações desafiadoras.

SABER OUVIR

Saber ouvir é muito mais do que escutar e darmos a nossa interpretação conforme desejarmos ou baseada nas nossas próprias limitações. Saber ouvir é cultivar a difícil arte da empatia que é a habilidade de se colocar no lugar do outro e prestar muita atenção no significado das palavras, na maneira em que a pessoa está transmitindo, no seu estado emocional, seus limites e conhecimentos; é olhar para os seus olhos, é perguntar se houver dúvidas, é evitar interpretar ou “alucinar” a partir do que foi dito. O mesmo princípio da empatia se processa para quem deseja se comunicar. Para conseguir um ótimo resultado, basta colocarse no lugar do outro e gerar estímulos adequados conforme o jeito do outro funcionar, de processar informações, de entender conforme o seu nível cultural ou limitações de vocabulário, conceitos e experiências pessoais. A pergunta ideal para termos a evidência se, de fato, o outro entendeu o que dissemos é “O que você entendeu do que eu disse?”. O mundo seria, certamente, bem melhor e as pessoa conseguiriam relacionar-se melhor se pudessem fazer e responder a essa pergunta

VOZ

Outra grande dificuldade para muitos (e o problema é que desses, poucos sabem) é sobre a utilização adequada da voz. Há pessoas que falam muito devagar, outras ainda que tem dicção ruim ou falam de forma linear ou ainda com volume muito baixo. A questão é simples: como posso esperar, de fato, que alguém me compreenda ou preste atenção no que digo se nem sequer consegue entender o que estou dizendo?

CORPO

Curiosamente, a expressão corporal assume até mais importância do que a voz e, em alguns casos, do que o próprio conteúdo. Medo de olhar nos olhos, expressão facial incongruente com o conteúdo, aparência mal cuidada, ausência de gestos ou excessiva gesticulação, bem como posturas inadequadas são suficientes para tirarem o brilho de um processo de comunicação.

VÍCIOS

Quantas vezes ouvimos, ou melhor, tentamos ouvir pessoas, acompanhar seu raciocínio, mas fica difícil pois ouvimos alguns ruídos, tais como “aaaa…”, “éééé….”, “tá”, “né”, “certo”, “percebe” repetidos inúmeras vezes. Deixamos de prestar atenção no conteúdo e ficamos incomodados com esses sons que dificultam a compreensão.

PROLIXIDADE

Por acaso, o leitor conhece pessoas que dão várias voltas, entram em paralelas ou transversais, fazem retornos, dão marcha ré, engatam novamente a primeira marcha…Já deu para perceber que estamos falando de pessoas prolixas, ou seja: ninguém aguenta por muito tempo ouvir aquelas pessoas que falam demais e desnecessariamente, principalmente sobre assuntos sem interesse.

CONTROLE EMOCIONAL

Você já ficou magoado e ficou chateado um dia inteiro por um simples fato ocorrido no trânsito ou um tom de voz mais elevado em um momento de discussão ou um “bom dia” que não lhe disseram? Você já imaginou o poder que você mesmo dá, assim, de presente a uma pessoa que você nem conhece, talvez nunca mais a veja na vida, ou mesmo que seja alguém conhecido, que é a capacidade de tirar o seu bom humor, seu otimismo, ou a sua motivação? Esteja atento para essas armadilhas da comunicação e previna-se, é importante que você mesmo mantenha o devido controle emocional e saiba proteger-se dessas negatividades.

FOCO DE MUDANÇAS

Você não pode mudar as atitudes e comportamentos de outras pessoas. Assuma! Você é o responsável apenas por aquilo que está ao seu alcance e pelas mudanças que pode proporcionar a você mesmo.

MOTIVAÇÃO E AUTO-ESTIMA

Considero um dos aspectos mais importantes da comunicabilidade de uma pessoa, a energia que flui sutilmente através da sua voz e do seu corpo, das palavras e da sua postura, dos gestos e do olhar. É a expressão do seu otimismo ou pessimismo, da agressividade ou suavidade, do nível da sua auto-estima. É a comunicação mas presente, percebida pelos sentidos. Quão agradável é a energia que flui de pessoas otimistas, bem humoradas, felizes, que diante das adversidades da vidaencontram desafios que serão superados.

Feedback – melhorar a partir do que o mundo nos ensina

Setembro 22, 2007 by admwebfae

Para crescer na vida, é preciso melhorar tanto os pontos fracos quanto as qualidades. O melhor caminho para isso é estar atento às informações que nos chegam.

Do radical feed, alimentar, e do radical back, voltar, o termo feedback pode ser considerado como uma resposta a algo feito, executado. É uma troca de informações, de pontos de vista, que podem ser interpretadas de uma forma positiva ou negativa.

Ninguém é completo ao ponto de não necessitar de aperfeiçoamento. Uma das características encontradas em grandes realizadores é a capacidade de visualizar suas fraquezas, na intenção de extingui-las. Ao reconhecer a própria vulnerabilidade, um realizador não se sente rebaixado ou incompetente. Pelo contrário: o profissional contribui decisivamente para a obtenção de um resultado melhor, tanto para ele quanto para o meio em que vive, refletindo também em seu ambiente de trabalho.

Saber receber feedbacks é essencial. É um exercício de humildade que vale a pena. Para quem consegue aproveitá-los, eles se tornam um grande meio de aprendizado, além de uma ótima fonte de correção de rumo. Ver a mesma situação por um ponto de vista novo faz uma grande diferença.

Da mesma forma, saber transmitir a opinião sobre o desempenho alheio é um ponto-chave para qualquer profissional que possui a incumbência de liderar equipes. Para que o feedback não seja interpretado como uma crítica, mas sim como um apoio eficaz na conquista para melhores habilidades, alguns pontos devem ser considerados, como: ser descritivo, e não avaliativo; ser específico, e não generalizado; ser compatível com as necessidades de ambas as partes, sem exaltar a importância do comunicador, e diminuir o receptor; ser solicitado, e não imposto; além de transmitir as informações com clareza e no menor tempo possível.

Para quebrar a resistência natural de quem está sendo analisado, é aconselhável começar sempre por aspectos positivos para depois dizer em que a pessoa pode melhorar. Além disso, é fundamental criar uma atmosfera apropriada, dedicando atenção total àquele momento, sem interrupções por telefone ou por pessoas que entrem na sala.

Qualquer profissional precisa receber feedbacks para aprender constantemente e, com isso, expandir a zona de conhecimento. Eles também podem ser considerados um alarme: quando recebidos de modo negativo, aliados a resultados menos expressivos, é sinal de que algo precisa ser feito.

À medida que alguém expande sua visão do mundo, passa a esperar das pessoas o que elas podem oferecer e leva os outros a agir da mesma forma. Por isso, é importante para executivos, empresários, empreendedores e profissionais de qualquer área criar um ambiente de reflexão, para que consigam absorver opiniões e pontos de vista enriquecedores. Em um ambiente assim as respostas para as mais importantes perguntas estarão sempre no ar: basta captá-las. Não por acaso, feedback é um termo emprestado da eletrônica que significa “retroalimentação” – ou seja, manter algo funcionando por suas próprias forças.

Luiz Fernando Garcia – é consultor especialista em manejo comportamental e empreendedorismo em negócios. É metodologista, empresário, palestrante e autor dos livros “Pessoas de Resultado” e “Gente que faz”, da Editora Gente.

Portal da Administração

Como identificar as características de uma equipe

Setembro 19, 2007 by admwebfae

Uma “equipe de sucesso” pode ser descrita como “um grupo de indivíduos que trabalham em conjunto a fim de atingirem metascomuns”. A fim de desenvolver e motivar as pessoas sob seu comando, você precisa se conscientizar das características principais de uma equipe bem-sucedida. Isso dá a você e a seus colegas uma estrutura com base na qual poderão trabalhar. Geralmente, uma
equipe assim destaca-se:

Pela união
Pela organização própria
Pelo apoio mútuo
Pelo fato de ser pequena

Pela união

Todos os membros de uma equipe de sucesso são unidos. Todos os esforços vão em uma única direção para completar um trabalho específico e/ou alcançar alguma meta comum a todos, em geral para atender à demanda ou ampliar as vendas até um determinado volume por um certo período. Com freqüência, pode-se atingir melhor esse trabalho e/ou meta através da ação coletiva, em vez de fazê-lo individualmente. Uma equipe eficiente tem sua identidade própria e exclusiva. Seus componentes sentem-se participativos: os trabalhadores de linha de produção sabem que a equipe “deles” é a responsável pela produção de bens, os vendedores pela oferta, e assim por diante.

Pela organização própria

A tendência de uma equipe de sucesso é criar sua própria estrutura, na qual seus componentes desempenham papéis diversos, dependendo da ocasião, de acordo com as necessidades e aptidões. Um membro com experiência em uma tarefa especial pode organizar as outras por um certo período. Já um outro membro assumirá outra tarefa, com a qual se familiariza mais. Desenvolve-se, assim, paralelamente a essa estrutura, um código informal, sem palavras, que todos acatam. Como regras não-escritas pode-se mencionar: sair do recinto para fumar, avisar aos colegas sobre a conclusão de uma determinada tarefa, ou fazer uma análise com outro membro da equipe antes de levar adiante um dever específico.

Pelo apoio mútuo

Os componentes de uma equipe de sucesso invariavelmente demonstram cooperação total uns com os outros na realização de um trabalho e/ou no cumprimento de uma meta, compartilhando tarefas de acordo com as aptidões, orientando e direcionando quando se faz necessário, coordenando deveres e atacando problemas conjuntamente. Todos se apóiam mutuamente. Isso se observa
quando um colega de serviço toma para si certos encargos, quando alguém se encontra sobrecarregado de serviços ou está atravessando algum tipo de dificuldade. É inevitável que um ajude o outro. Por exemplo: acertando-se os horários de modo a não prejudicar a quem se atrasar ou quem sair antes do final de expediente. Há um enorme senso de união e de participação, bastante visível nessas ocasiões.

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De um modo geral, as equipes de sucesso são relativamente pequenas, a fim de se ampliarem as capacidades de organização e de administração por parte de seus componentes: as tarefas são divididas de forma justa, as idéias e opiniões compartilhadas abertamente, a identificação dos problemas e suas soluções, mais rápidas. Cinco é o número mais freqüentemente apontado como ideal — acima disso, as discussões levam mais tempo, e enquanto dois ou mais participantes se destacam, os outros não conseguem participar satisfatoriamente, além da possibilidade de se formarem “panelinhas”. Abaixo de cinco, talvez haja habilidades, conhecimentos e experiências disponíveis em número insuficiente para se realizar adequadamente o trabalho. Qualquer que seja o número — e talvez você não esteja em condições de escolher — um número ímpar é mais sensato, evitando empates quando devam ser tomadas decisões.

Reconheça os componentes da sua equipe

Setembro 18, 2007 by admwebfae
É importante que você não considere os membros da equipe da mesma maneira — como se fossem um tipo “padrão”. São todos indivíduos com personalidades e gostos diferentes, desejos e necessidades em constante mudança. E é assim que eles devem ser aceitos. No entanto, alguns podem apresentar características semelhantes às que se denominam “típicas” de membros de equipe, relacionadas abaixo — mas, cuidado: não atribua um conjunto completo de características a um colega só porque este aparenta ter uma ou duas em comum. Procure conhecer cada pessoa individualmente. Os componentes “típicos” são:

  • O pensador
  • O organizador
  • O realizador
  • O que veste a camisa
  • O controlador
  • O analisador

O pensador

Pode também ser chamado de “cheio de idéias”. Está preocupado com a visão de conjunto do que irá ser realizado e, geralmente, traz uma série de idéias e sugestões. Contudo, o pensador talvez não seja tão bom em detalhes! Pode ser uma pessoa artística e criativa, às vezes tensa ou nervosa em determinadas situações. Esse membro da equipe precisa ser, invariavelmente, tratado com cuidado, com elogios, incentivos e mesmo com alguns agrados, para que não se torne emburrado e retraído.

O organizador

Esse pode estar trabalhando lado a lado com o mais criativo dos pensadores. O organizador geralmente fica atento aos detalhes práticos, organizando e coordenando as tarefas e encargos, traçando cronogramas, listas de tarefas e afins. Sua tendência é ser calmo, disciplinado, metódico e eficiente se — e com freqüência somente se — tudo estiver planejado e estruturado. Ele, às vezes, pode ser acusado de ter uma abordagem arrogante e superficial, e de ser dogmático e inflexível. O organizador pode sentir dificuldades em trabalhar com eficiência sob circunstâncias vagas ou mutáveis. É preciso estar apto a lidar facilmente com ele, se você for capaz de fornecer a ele uma boa quantidade de gráficos e esquemas!

O realizador

Esse é o que faz as coisas acontecerem; aquele do estilo “vamos pôr a mão na massa!” É uma pessoa de ação — extrovertido, impulsivo, impaciente com indecisões e demoras. Com freqüência, o realizador domina a equipe: ele faz primeiro e pensa depois. Pode ser um tanto temperamental e briguento, e ficar frustrado caso as coisas não ocorram conforme esperava. Talvez você sinta dificuldades para conter-lhe os ímpetos: é preciso exercer sobre o realizador uma influência calma, racional, a fim de canalizar essas formidáveis energias na direção correta.

O que veste a camisa

Não é de surpreender, mas o que veste a camisa quer manter o grupo unido, agindo de forma a dar apoio e coesão a seus colegas, tentando desenvolver e realizar as tarefas dos outros em detrimento das próprias. É uma pessoa preocupada, simpática, leal e amiga — é “muito gente”! Detesta discussões e confrontações, algumas vezes é um tanto indeciso, por não querer ofender a ninguém. Às vezes, nem se nota sua presença. O que veste a camisa desaparece na paisagem. É provável que você tenha de encorajá-lo e persuadi-lo a expôr seus comentários e suas sugestões e a ser mais positivo.

O controlador

Conforme o nome já diz, o controlador — ou o apontador — gosta de se manter intimamente ligado ao andamento das coisas. Ele pode descrever as próprias características principais como escrupuloso e meticuloso. Já os outros podem achá-lo compulsivo e obsessivo! Qualquer que seja a descrição, o controlador tem um papel de destaque, ao recordar constantemente o grupo da necessidade de urgência (caso necessário), ajudando na realização do trabalho dentro do cronograma. Uma vez ou outra, poderá batalhar para atenuar as preocupações dele e manter os ânimos calmos quando algum tipo de conflito surgir entre ele e outros componentes, o que certamente irá ocorrer de tempos em tempos.

O analisador

Esse elemento da equipe é um bom contraponto entre os pensadores e realizadores mais instintivos. Em geral, ele está superficialmente isolado da equipe, talvez um pouco alheio ou distante, tendendo a analisar todas as idéias, sugestões e ações de modo cuidadoso e objetivo, antes de chegar a uma opinião. Embora o analisador nãoseja uma pessoa de quem os outros gostem, seus apartes são freqüentemente ouvidos com respeito, e aceitos pelo resto da equipe. Ele é muito útil na hora de acalmar os colegas mais impulsivos e na hora de vetar os planos mais “extremados”. Talvez você possa aproximá-lo mais da equipe durante as discussões.

Use uma estratégia para alcançar a felicidade

Setembro 17, 2007 by admwebfae

Costumamos achar que as pessoas felizes e infelizes já nascem feitas. Mas não é assim. Tanto as pessoas felizes quanto as infelizes fazem coisas que criam e reforçam seus estados de espírito. As pessoas felizes permitem-se ser felizes. As pessoas infelizes continuam a fazer coisas que as aborrecem, prejudicam, contribuem para sua infelicidade.

Qual é a primeira condição para que um negócio dê certo? Um plano de negócios bem feito. Este é o argumento defendido pelos técnicos do Centro de Administração Estratégica, uma firma de consultoria empresarial. Eles acreditam que cada negócio precisa definir seu objetivo e em seguida criar uma estratégia para alcançá-Io.
O mesmo acontece com as pessoas. Defina o que você quer e então use uma estratégia para consegui-Io.
Por incrível que pareça, as crianças são melhores nisso do que os adultos. As crianças pequenas sabem muito bem qual é o momento e o modo de fazer pirraça para conseguir um sorvete. E sabem qual é o nível de gritaria que provocará uma reprimenda dos pais. As crianças compreendem que há regras e padrões previsíveis na vida e usam uma estratégia para conseguir o que querem.
Viver uma vida feliz na idade adulta é como tentar conseguir aquele sorvete em criança. Você precisa saber o que quer e usar a melhor estratégia para consegui-lo. São pequenas’ coisas e pequenas atitudes, que, somando-se, vão construindo a felicidade. Quando eu estudava na universidade, fazia muito calor durante uma aula e o professor não tomava qualquer iniciativa para ligar o aparelho de ar condicionado. Os alunos começaram a resmungar, murmurando coisas do tipo “que calor infernal”, “que sujeito sovina”. De repente, uma das alunas, com um sorriso amável, disse em voz alta: “Por favor, o senhor poderia ligar o ar condicionado?” Ato contínuo, o professor se levantou e acionou o aparelho. Houve protestos: “Ela é a queridinha dele.” O mestre olhou para a turma e afirmou serenamente: “Não, ela foi a única que pediu.” Situações como essa se multiplicam pela vida afora. Pense nas coisas que você realmente deseja e na melhor forma de consegui-las. Descubra as que lhe causam tristeza e procure conscientemente a melhor maneira de evitá-Ias.

As pessoas felizes não têm um sucesso após o outro, e as pessoas infelizes, um fracasso após o outro. As pesquisas mostram que as experiências de vida das pessoas felizes e infelizes tendem a ser muito semelhantes. A diferença é que a pessoa infeliz (não estamos falando de grandes desgraças) passa boa parte do tempo pensando no que lhe acontece de negativo, ou mesmo nos aspectos negativos de acontecimentos positivos, enquanto que as pessoas felizes tendem a valorizar tudo o que lhes acontece de positivo ou a extrair o aspecto positivo de todas as suas experiências.
Lyubomirsky, 1994

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Seja flexível

Setembro 15, 2007 by admwebfae


Muitas vezes, quando queremos estar na companhia de nossos amigos e parentes, queremos que as coisas aconteçam exatamente como desejamos. Se todas as pessoas lidassem com as relações dessa maneira, ninguém se sentiria feliz. Em vez de pensar apenas naquilo que você quer, leve em consideração também aquilo que os outros querem. Aceite que sempre haverá diferenças entre as pessoas e que, se você for flexível, poderá aproveitar melhor o encontro e reforçar os laços de afeto.

Depois que seus pais morreram, três irmãs, Donna, Marie e April, decidiram manter a tradição da festa de Natal da família, que sempre lhes dera muita alegria. Donna, a mais velha, determinou que a primeira festa seria em sua casa. Sem consultar as outras, definiu o cardápio, acrescentou mais alguns convidados, eliminou a cerimônia do amigo-oculto, que a incomodava. Quando as irmãs souberam o que estava sendo planejado, protestaram. Marie não se dava com uma das pessoas que Donna ia convidar e April gostava especialmente do ritual do amigo-oculto. Discutiram, mas Donna ficou inflexível.

A noite de Natal não reproduziu a alegria dos anos anteriores. Além da ausência dos pais, havia um clima de constrangimento entre as irmãs que contaminava todo o ambiente.

Foi o último Natal que passaram juntas. Donna acusou as irmãs de estragarem a festa, April e Marie ressentiram-se do autoritarismo da mais velha. Ninguém foi capaz de negociar e ceder em nome de um bem comum que era a união que durante tantos anos as fizera felizes.

No casamento, particularmente, é fundamental para a felicidade e haja flexibilidade na negociação dos desejos de cada um. São duas pessoas diferentes, com suas histórias e suas características próprias, que se propõem a serem felizes juntas. Não se trata de uma competição para ver quem ganha, mas da administração conjunta de um bem comum. E para isso é fundamental, ser capaz de ouvir e acolher o desejo um do outro com flexibilidade.

Todos nós passamos por mudanças significativas no correr do tempo. Aqueles que encaram essas mudanças como inevitáveis e permanecem abertos à possibilidade de que elas sejam positivas têm trinta e cinco por cento mais chances de estarem satisfeitos com a vida do que aqueles que resistem às mudanças e as sentem como perdas.

Minetti, 1997

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Use o seu trabalho de modo positivo

Setembro 14, 2007 by admwebfae


Quando gostamos do que fazemos profissionalmente, o trabalho nos dá uma identidade e um sentido e apreciamos mais o que a vida nos oferece fora do local de trabalho. Usufrua o que seu trabalho lhe dá e você se tomará capaz de apreciar aquilo que realmente importa.

O Wisconsin tem um novo programa que tenta arranjar colocações para todas as pessoas desempregadas do estado. Você sabe o que as pessoas que conseguem trabalho mais apreciam ao se verem empregadas? Não é o dinheiro. É o auto-respeito. Elas vêem seu trabalho como uma chance de demonstrar sua responsabilidade, sua capacidade, sua confiança, e descobrem que trabalhar reforça a própria imagem para os outros e para si mesmas. Use seu emprego, seja ele qual for, não como um castigo ou algo que você faz automaticamente, mas como uma oportunidade para mostrar – também para você – o que pode fazer. Mesmo que o trabalho não seja mais satisfatório, essa atitude favorecerá seu crescimento e preparará você para outra oportunidade melhor de emprego.

Uma pesquisa realizada com mais de mil e quinhentas mães mostrou que trabalhar fora de casa aumentava a satisfação na vida em cinco por cento e contribuía para um sentimento de igualdade na família.
Rogers, 1996

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Pesquisa da ONU

Agosto 13, 2007 by admwebfae

A ONU resolveu fazer uma grande pesquisa mundial. A pergunta era: “Por favor, diga honestamente, qual sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo”. O resultado foi desastroso. Foi um total fracasso.

Os europeus não entenderam o que é “escassez”;
Os africanos não sabiam o que era “alimentos”;
Os argentinos não sabiam o significado de “por favor”;
Os norte-americanos perguntaram o significado de ” o resto do mundo”;
Os chineses estranharam e pediram maiores explicações sobre “opinião”;
E o congresso brasileiro ainda está debatendo o que é “honestamente”.

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Análise dos regimes políticos e seus sistemas econômicos.

Agosto 13, 2007 by admwebfae

As Duas Vacas.
Análise dos regimes políticos e seus sistemas econômicos.

Socialismo.
Você tem duas vacas, o governo toma uma e dá para o vizinho.

Comunismo.
Você tem duas vacas, o governo toma as duas e dá a você um pouco de leite.

Fascismo.
Você tem duas vacas, o governo toma as duas e vende a você o leite.

Nazismo.
Você tem duas vacas, o governo mata você e toma as duas vacas.

Burocracia.
Você tem duas vacas, o governo mata uma, toma a outra e joga o leite dela fora.

Democracia.
Você tem duas vacas, vende as duas para o governo, muda para a cidade e consegue um emprego público.

Anarquismo.
Você tem duas vacas, mata as duas e faz um churrasco.

Capitalismo.
Você tem duas vacas, vende uma, compra um touro e o governo toma os seus bezerros como imposto de renda na fonte.

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