As três alternativas para as situações da vida
Desde o início dos tempos, para qualquer situação na vida só existem três alternativas: adaptar-se, fugir ou morrer. Isso valia para os dinossauros a 100 milhões de anos e continua valendo para os executivos do século XXI. A terceira opção morrer, no sentido profissional da palavra aparece em frases do tipo “O especialista está morto”, ou então “Fulano morreu só que esqueceu de deitar”. E essa é uma alternativa mais comum do que parece, em empresas existem muita gente que já morreu e ainda não percebeu.
Mas as pessoas bem vivas e com vontade de continuar vivendo por muito tempo sempre se deparam com alguns obstáculos como o chefe ranzinza e inseguro, a empresa que não reconhece o talento e não dá oportunidades aí uma alternativa válida é fugir, pedir a conta, ir embora para outro lugar ou dizer adeus a uma empresa e abrir o seu próprio negócio. Essa é uma alternativa que requer, sobretudo, coragem para correr riscos. Fugir nem sempre dá certo, mas quando dá o sucesso é garantido. A última alternativa e a mais fácil delas é a adaptação, é o que se chama de pragmatismo, uma palavrinha complicada mas com uma origem simples, no antigo grego pragma queria dizer obrigação. Quem diz: Não fiz nada mais do que minha obrigação é um pragmático e ser pragmático é aceitar a hierarquia e obedecer às regras, fazer o que devemos fazer e não o que gostaríamos de fazer.
Qual seria a melhor alternativa para o funcionário do século XXI? As três, mas um de cada vez e no momento certo. Pessoas de sucesso são as que têm a sabedoria de reconhecer à hora de concordar e a hora de contestar, a hora de ficar e a hora de ir embora, e nos momentos mais confusos e conturbados, que nas empresas não são poucos, sempre resta à velha alternativa que já salvou a vida de muita gente, fingir-se de morto.